Eu gosto:
-bicudos quentes
-a minha boneca preta
-ler o jornal no chao
-ir buscar livros à biblioteca
-brincar com as bonecas de papel
-andar no triciclo do meu mano
-passar ferias na Casa Grande de Cimo de Vila
...
































ARQUIVO DO BLOG

01/11/2009 a 30/11/2009

01/10/2009 a 31/10/2009

01/08/2009 a 31/08/2009

01/07/2009 a 31/07/2009

01/05/2009 a 31/05/2009

01/04/2009 a 30/04/2009

01/03/2009 a 31/03/2009

01/02/2009 a 28/02/2009

01/01/2009 a 31/01/2009

01/12/2008 a 31/12/2008

01/10/2008 a 31/10/2008

01/09/2008 a 30/09/2008

01/08/2008 a 31/08/2008

01/07/2008 a 31/07/2008

01/06/2008 a 30/06/2008

01/04/2008 a 30/04/2008































Links

:: UOL - O melhor conteúdo
:: BOL - E-mail grátis




















































Créditos



SENHORA DA PAZ

(Miraculosa)

Nossa Senhora, Mãe de Jesus,
Dá-nos a graça da tua luz.
Virgem Maria, Divina Flor,
Dá-nos a graça do teu amor.

Miraculosa, Rainha dos céus
Sob o teu manto tecido de luz,
Faz com que a guerra se acabe na terra
E haja, entre os homens, a paz de Jesus. 

Nossa Senhora, Mãe de Jesus,
Dá-nos a graça da tua luz.
Virgem Maria, Divina Flor,
Dá-nos a esmola do teu amor.

Se em teu regaço, bendita Mãe,
Toda a amargura remédio tem,
As nossas almas pedem que vás,
Junto da guerra, fazer a paz!

Pelas crianças, flores em botão.
Pelos velhinhos sem lar nem pão
Pelos soldados que à guerra vão...
Senhora escuta nossa oração!

Miraculosa, Rainha dos céus
Sob o teu manto tecido de luz,
Faz com que a guerra se acabe na terra
E haja, entre os homens, a paz de Jesus.

Fausto Neves (musica)

Carlos de Moraes (letra)

O original da musica está no Santuario de Fatima e foi entregue ha 22 anos por Mário Neves, filho de Fausto Neves

Oriundo de uma família com tradições musicais, Fausto Neves (neto do maestro Fausto Neves, autor da musica "Senhora da Paz" - Miraculosa) iniciou os seus estudos na Academia de Música de Espinho — sua terra natal — e completou-os no Conservatório de Música do Porto, na Universidade Laval (Canadá) e no Conservatório de Música de Genève (Suíça). Nesta última escola, concluiu o Prémio de Virtuosidade, aprofundou também os seus conhecimentos nos domínios da Música de Câmara e da Análise Musical e foi admitido no seu corpo docente. Discípulo de Helena Costa, estudou ainda com os pianistas Robert Weizs, no Canadá, e Harry Datyner, na Suíça.

Frequentou seminários com Sequeira Costa, Moura Castro, Josef Palenicek e Jörg Demus. Apresentando-se em público desde muito cedo, estreou-se como solista da Orquestra Sinfónica do Porto aos catorze anos, sob a direcção do maestro Silva Pereira. É convidado frequente das mais importantes organizações e festivais de música nacionais, tendo actuado ainda na Suíça, no Canadá, em Espanha, na França, no Brasil e na Itália, e gravado para a RTP, RDP e TV Cultura (Brasil). Colaborou ainda com os maestros Arpad Gerezs, Gunther Arglebe, Graça Moura, Álvaro Salazar, Kamen Goleminov e Marc Tardue. Dos inúmeros instrumentistas com quem colaborou em Música de Câmara destacam-se a violoncelista Gisela Neves (CD "Alla Danza"), o pianista Álvaro Teixeira Lopes e, integrando o quarteto de dois pianos e percussão, o pianista Pedro Burmester e os percussionistas Miguel Bernat e Manuel Campos.

A sua actividade docente desenrolou-se nos Conservatórios de Música de Sion e de Genève (Suíça), no Conservatório de Música do Porto, na Academia de Música de Espinho, na Escola Superior de Música do Porto, na Escola Profissional de Música de Espinho e na Universidade de Aveiro. Foi assistente da pianista Helena Costa nos Cursos de Música de Espinho e é solicitado frequentemente a reger Cursos de Interpretação e de Pedagogia Pianísticas em Portugal e no estrangeiro. Detentor do 1º Prémio do Concurso "Cidade da Covilhã", entre outras recompensas, é regularmente convidado a integrar júris de concursos nacionais e internacionais.

::Postado por casa amarela às 11h47

:: Enviar esta mensagem

ACTA Nº07/99

No dia vinte e cinco de Abril do ano de mil novecentos e noventa e nove, reuniu em Sessão Extraordinária, a Assembleia Municipal, na sua sala de reuniões, pelas onze horas e trinta minutos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto Único: - Comemoração dos 25 anos do 25 de Abril.

FLÁVIO BASTOS (PS): "Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Espinho; Exmo. Senhor Presidente da Câmara de Espinho; Senhores Vereadores; Caros Colegas desta Assembleia; Minhas Senhores; Meus Senhores; É para mim uma honra falar em nome da bancada do Partido Socialista, nesta Sessão Comemorativa das Bodas de Prata do 25 de Abril. Esta data representa na História de Portugal, um feito tão importante como o 1º de Dezembro de 1640, quando um grupo de patriotas, reconquistaram a Independência de Portugal aos espanhóis. Foi o 25 de Abril de 1974, que possibilitou a "Liberdade", após cinquenta anos de regime fascista, de uma ditadura repressiva, para todos aqueles que não professassem as mesmas ideias totalitárias de Salazar. Para esses, existia só a prisão, sofrendo no corpo as maiores sevícias, agressões, o que levou alguns até á morte, ou então à deportação para Angra do Heroísmo, S. Tomé e Príncipe, Timor ou o terrível Tarrafal. Tantos foram os que partiram e não voltaram nunca mais. Falo com emoção, pois tive familiares que sofreram tudo isso, só porque nunca se vergaram à ditadura. Sempre foi essa a conduta da minha família, não podia eu deixar se ser uma excepção. Sou um modesto "patriota" que sofreu também algumas pressões e interrogatórios policiais. Orgulho-me de nunca ter vergado a qualquer tipo de ditadura. Desde a candidatura do General Norton de Matos e de todas as candidaturas democráticas, tenho até hoje feito parte das comissões eleitorais e participado em campanhas. Por isso nós Socialistas sentimo-nos felizes por pertencermos hoje a um País democrático, que faz parte da Comunidade Europeia, contrariando o "orgulhosamente sós", de tão má memória. O Portugal de hoje acompanha o desenvolvimento Europeu. Todos reconhecemos que nesta caminhada, o nosso país tem sabido superar quase todas as dificuldades, após tantos anos de atraso. Podemos afirmar que os nossos jovens podem finalmente aspirar a uma vida melhor e que nós os "jovens da 3º idade", somos olhados como seres humanos, dignos e úteis a uma sociedade que se quer solidária. Para terminar, saudamos todos os democratas que se bateram pela democracia, antes e depois do 25 do Abril, não esquecendo aqueles que já partiram do nosso convívio. Homens como: Dr. Gomes de Almeida, Professor Mário Vilarinho, Dr. Amadeu Morais, Dr. Joaquim Pinheiro de Morais, António Russo, Álvaro Padrão, Jaime Cruz, Francisco Duarte, Francisco Resende, Professor Ruano, Nogueira da Silva, Capitão Bacelar, Professor Domingos, António Alberto Alves, Santo Tirso, José dos Jornais, Carlos Morais, Afonso Xabregas, Dr. Pinto de Matos, e tantos outros. Mas felizmente que alguns ainda se encontram entre nós: Artur Pereira Bártolo, Apolinário Gonçalves, Manuel Moreira dos Santos, António Gaio, Augusto Soares, Dr. José Augusto Ferreira de Campos, José Varges, Fernando Menezes e poderia falar de alguns mais. É justo prestar-se homenagem àqueles que lutaram em alturas em que era tão difícil ser-se democrata. Se falarmos de "Abril", se falarmos de "Mudança" , não posso esquecer os valorosos "Capitães de Abril". Sem eles, o nosso País não estaria a viver este dia, nem estaríamos reunidos aqui. Lembro pois a coragem e a abnegação de todos eles que colocando em risco as suas próprias vidas nessa madrugada histórica, permitiram que os meus sonhos, os nossos sonhos, se tornassem realidade. Relembro em nome de todos eles, essa figura ímpar de heroísmo, valentia e patriotismo, o " Capitão Salgueiro Maia" que simboliza, para o Partido Socialista neste dia, a " Revolução dos Cravos". Viva o 25 de Abril ! Viva a Democracia! Viva Portugal!

::Postado por casa amarela às 11h09

:: Enviar esta mensagem

VENCIDOS

(Em memória dos mortos de 31 de Janeiro)

Glória aos que morderam,
Derrotados,
O ensanguentado pó das ruas!
Aos que verteram
Seu sangue generoso,
Humildes, ignorados,
Rasgando as pobres carnes nuas
De encontro às baionetas dos soldados!

Glória aos que tombaram
Por um ideal de vida mais humana e sã!
— Em sua trajectória indefinida,
Por mais que a vida tombe, ou que se roje,
A vida é chama eternamente renascida...

— E em seu ansioso, doloroso afã,
As vidas apagadas de hoje
Podem ser os clarões da vida de amanhã!


(Carlos de Moraes)


Aleluias
Sonetos
Carlos de Moraes
 
Editora
Casa Editora Violeta Primorosa
 
Ano de Publicação
1925
 
Idioma
Português
 
Núm. Páginas
145

::Postado por casa amarela às 10h50

:: Enviar esta mensagem

...faz hoje anos que eu fui pela primeira vez à escola. tinha apenas 6 anos e o meu pai teve que tirar uma licença para eu poder entrar, pois só quem tivesse 7 anos entrava na 1ª classe. ia bastante apreensiva, pois nao sabia o que ia encontar pela frente.
fui com o meu pai, com uma bata cor-de-rosa impecavelmente passadinha a ferro e com um grande laçarote no cabelo. quando lá chegamos fomos recebidos pela minha professora, a quem o meu pai me entregou com as seguintes palavras que até hoje nao esqueci: "dona maria da luz esta é a minha filha, se ela se portar mal a senhora "dê-lhe" que aqui na escola é a senhora que lhe dará a educaçao!"
realmente "apanhei" muito, era traquina, mas NUNCA por nao saber, pois fui sempre uma boa aluna...

::Postado por casa amarela às 18h19

:: Enviar esta mensagem